Silêncio
“(…) Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio.
Que se espere, pois as folhas das árvores
ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas.Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece.
O coração bate ao reconhecê-lo.(…)”
(Do livro Onde Estivestes de Noite.)
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